(Matriz da Comunicação) - Em decorrência de trechos infundados referentes á atividade da estrutiocultura no país, divulgados no Plano de Recuperação Judicial do Grupo Avestruz Máster, item “Da empresa resultante da fusão e de sua viabilidade econômica”, disponibilizado na íntegra no site da Associação Nacional dos Investidores da Avestruz Máster (www.anavestruzbrasil.com.br), a Associação dos Criadores de Avestruzes do Brasil – ACAB – pronuncia-se:
a) Caso o frigorífico do Grupo Avestruz Máster não seja inaugurado, não haverá o abandono de milhares de aves nos criatórios, nem tão pouco, qualquer risco sanitário para a avicultura nacional;
b) Por mais significativo que seja o plantel do Grupo Avestruz Máster, ele representa apenas cerca de 8% do plantel nacional, que como já mencionamos, encontra-se devidamente distribuído em praticamente todos os Estados da Federação e nas mãos de mais de 3.000 criadores;
c) A atividade de estrutiocultura não é feita somente por um agente do mercado, somos milhares de criatórios, com investimentos sendo aplicados para o devido fechamento da cadeia produtiva em vários Estados e regiões do país. Assim como vem ocorrendo desde 1995 com as primeiras importações e pioneiros da atividade, que dia após dia, junto com milhares de criadores vêem consolidando a estrutiocultura no país, com os devidos investimentos e respeito às normas sanitárias e legais e reconhecimento internacional;
d) O reconhecimento internacional se fez no XII WOC 2005, Congresso Mundial de Estrutiocultura realizado na cidade de Madrid, na Espanha, onde a ACAB e o Brasil conquistaram o direito de sediar o XIII WOC 2006 que ocorrerá na cidade de São Paulo em outubro próximo;
e) A ACAB entende que, a inauguração do referido frigorífico, com certeza, será motivo de comemoração pelo setor da estrutiocultura nacional, mas não aceitamos em hipótese alguma as colocações catastróficas do referido texto, assinado pelo advogado do Grupo Avestruz Máster. Além disso, não aceitamos e repudiamos o demérito do trabalho que tem sido efetuado nestes 11 anos de estrutiocultura no Brasil, por milhares de criadores e empresários que tanto têm investido na atividade, com respeito às diretrizes sanitárias e legais, que vêem construindo uma pecuária alternativa séria, sólida, produtiva e sustentável.
O documento está disponível, na íntegra, no site da ACAB – www.acab.org.br – para consulta de qualquer interessado.
Mais informações: Assessoria de Imprensa – ACAB
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